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Revelando o Irã ao leitor brasileiro


Salam amigos! Nem sempre este blog dá conta de postar todas as novidades da cultura iraniana com a rapidez que elas se propagam aqui no Brasil, mas hoje quero deixar com vocês mais uma dica de livro:  Os Iranianos, de Samy Adghirni.
Neste livro o jornalista Samy Adghirni, correspondente da Folha de S. Paulo em Teerã,  percorre os contrastes políticos, geográficos, gastronômicos, esportivos, culturais e econômicos do Irã, para revelar ao leitor brasileiro quem realmente são os iranianos. “Muitos iranianos acreditam que sua civilização entrou em decadência a partir da invasão islâmica do século VII, que impôs a cultura árabe em detrimento da cultura persa”.
Revelações como essa mostram facetas surpreendentes de uma nação muito contestada e pouco conhecida no Ocidente. Na antiga Pérsia convivem tradição e modernidade, burocracia e mudanças aceleradas, mulheres com túnicas negras e calças jeans (como se vê na capa deste livro).
Trata-se de uma nação que no século XX conheceu forte influência ocidental – nos tempos do xá Reza Pahlavi – e uma revolução islâmica, liderada pelos aiatolás.
Os iranianos mantêm os mercados de rua tradicionais, onde se vendem os famosos tapetes persas, mas não deixam de construir shoppings luxuosos à moda ocidental; é a nação daqueles que pregam o ódio ao Ocidente, mas que assistem também a uma invasão cultural vinda deste lado do mundo.
(Fonte: Folha Jovem)

É o segundo livro com este tema escrito por um jornalista brasileiro depois de O Irã sob o Chador de Márcia Camargos e Adriana Carranca, após um intervalo de 4 anos. Quem tiver o privilégio de ler antes de mim, já está convidado a chegar aqui e comentar!  


4 comentários

  1. Como deve ser para uma mulher ocidental, especialmente brasileira, ir a um pais aonde mostrar os cabelos e crime punido com prisao?
    Imagina usar um biquini numa praia ou piscina de lugar desses! Deve ser punivel com chibatadas.

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    Respostas
    1. Oi Tatti, eu sou uma mulher ocidental que esteve no Irã. O que posso dizer é que nem todas as iranianas estão felizes com o véu , mas por outro lado, uma grande parcela da população não abriria mão deste símbolo religioso. Eu me sinto privilegiada por ter estado lá e transitado entre as duas culturas. No Irã existem clubes com piscinas com áreas separadas para mulheres onde elas podem usar biquíni.

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  2. Olá janaína. Não sei se você já leu o livro, eu acabei de comprá-lo e posso te dizer que está sendo uma leitura maravilhosa, não só pela narrativa agradável, como também por ser um verdadeiro aprendizado sobre o Irã. Também comprei o Irã sob o Chador, mas ainda não o li.

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  3. Olá janaína. Não sei se você já leu o livro, eu acabei de comprá-lo e posso te dizer que está sendo uma leitura maravilhosa, não só pela narrativa agradável, como também por ser um verdadeiro aprendizado sobre o Irã. Também comprei o Irã sob o Chador, mas ainda não o li.

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