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Makhmalbaf dedica seu prêmio a um sobrevivente do genocídio em Ruanda

Guillaume Nyagatare, Ruanda
Após receber um prêmio do 30º Jerusalem Film Festival, o diretor Mohsen Makhmalbaf chamou ao palco Guillaume Nyagatare, um dos cerca de cinquenta jardineiros que vieram para a exibição de seu último filme,  O Jardineiro.  Makhmalbaf dedicou o prêmio a ele dizendo:

"Este prêmio pertence a todos os povos que lutam pela paz entre  Irã, Israel e Palestina. Eu também gostaria de dedicar este prêmio a um dos personagens do filme, o Sr. Gillaume de Ruanda, na África, a pessoa que perdeu oito membros de sua família durante os genocídios em Ruanda, mas conseguiu superar o ódio e perdoar seu inimigos, até esquecer seus erros. No mundo cheio de ódio em que vivemos ele é um exemplo. Ele é uma pessoa semelhante a Gandhi e Mandella."

O último documentário diretor iraniano filmado principalmente em Haifa e em Jerusalém  explora o papel da religião na sociedade moderna e foi apresentado no Festival de Cinema de Jerusalém. Fazer um filme em Israel para um diretor iraniano é pouco habitual, uma vez que os iranianos não são autorizados a viajar para este país.

>>Veja o trailer do filme: 



4 comentários

  1. Oi Janinha!
    Acabo de rever "A Maçã". Aquela garotinha que assume as gêmeas como amigas me deixa encantada.
    Um Irã suburbano, com questões sociais compatíveis a qualquer favela do mundo...
    Pedagogicamente, é uma pérola, pois demonstra o quanto a estimulação precoce favorece o desenvolvimento infantil (e vice-versa).

    Beijin

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    1. Oi Cris! Fico feliz em ouvir sua opinião sobre este filme que também aprecio tanto. Acredito que o cinema iraniano trata de questões universais, apenas temos o pano de fundo de uma cultura diferente.
      Beijão!

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  2. Salam, flor da Pérsia!

    amei essa notícia! Obrigada por compartilhá-la conosco.
    Tenha uma tarde sufi...heheh
    beijos

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    1. Salam poetisa do Golfo!
      Eu também amo compartilhar notícias como estas, se as pessoas observassem mais os exemplos de amor do que de ódio, com certeza haveria uma revolução no nosso modo de pensar e um mundo mais pacífico!
      Bausi!

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